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Vitamina D

“Em pessoas normais, os depósitos corporais da vitamina D são suficientes para manter os níveis séricos adequados mesmo com exposição limitada à luz solar. As manifestações da falta do nutriente demoram várias semanas para se manifestar, por isso, não há indicação de suplementação nesse primeiro período de quarentena.
A reposição é recomendada apenas para aqueles indivíduos que tiverem insuficiência ou deficiência comprovada por exame laboratorial e para os pacientes com doenças que contraindiquem exposição solar, como o lúpus eritematoso.
O documento apresenta ainda o parâmetro diagnóstico de suficiência em vitamina D e o método mais recomendado para realizar a prescrição do tratamento, de acordo com faixa etária do paciente.
Segundo o texto, o principal risco desse procedimento é a superdosagem, uma vez que a intoxicação por vitamina D pode causar sintomas graves, como náusea, vômito, poliúria, astenia, constipação, desidratação, nefrolitíase e confusão mental.
Por fim, a publicação indica que é possível garantir um aporte adequado de vitamina D durante a quarentena da COVID-19 por meio da exposição de braços e pernas ao sol, sem protetor solar, por cerca de 15 minutos ao dia. O período de maior intensidade dos raios ultravioleta B (UVB), que ocorre entre às 10h e 16h, deve ser evitado.”
Fonte: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/suplementacao-de-vitamina-d-e-covid-19-conheca-as-orientacoes-do-departamento-de-endocrinologia-da-sbp/